(Foto de Celular: Biraci Jr. Yawanawa)
Me fascino com a perfeição da natureza...
Com sintonia criada por si, e que maravilha nossos olhos e alma,para aqueles que a enxergam mais profundamente.
Quando sabemos respeita-lá,ela nos protege e ampara,mas, quando a insultamos,ela também sabe se defender...
Falo isso com a sabedoria de um jovem Yawanawa,que busca sempre a perfeição desta sintonia( natureza x homem).
Na vida tudo tem um propósito... O meu é lutar pelo o bem estar do meu povo Yawanawa! Biraci Jr. Yawanawa
Postagens populares
-
Autodenominamos-nos Yawanawa, o povo da queixada. Antes do contato o povo Yawanawá vivia totalmente dependente da natureza. A natureza era ...
-
No curso de Gestão de Projetos, tivemos uma disciplina de Mudanças Climáticas e REDD+(Redução de Emissão de Poluentes,Desmatamento e Degrada...
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Amazônia Indígena realiza Grande Encontro
Grande Encontro Pan-Amazônico: Saberes Ancestrais,
Povos e Vida Plena em harmonia com a Floresta
De 15 a 18 de agosto de 2011
(Hotel Taj Mahal, Manaus, Brasil)
Evento de Lançamento: 03 de Agosto, às 19 horas, Hotel Taj Mahal
Há muito tempo se passou dos limites do perigo. Os gases poluentes na atmosfera, gerando o aquecimento global e os graves impactos de desastres ambientais à saúde humana, cultural, agrícola, econômica, estão cada vez mais incontroláveis e esse processo é irreversível. Vivemos em tempos sombrios de crise climática global e profunda agressão que faz parte da maior crise de uma civilização baseada no individualismo e do consumismo desenfreado, na mercantilização e privatização de tudo, e na arrogância irresponsável de \\\"dominação\\\" da natureza, esquecendo que somos apenas uma pequena parte dela.
Com o objetivo de construir uma alternativa para a Floresta a e todas as formas de vida no planeta, os Povos Indígenas da Amazônia, através do encontro entre os líderes das organizações indígenas dos nove países amazônicos travam um diálogo com os movimentos ambientalistas, instituições sociais e internacionais, respeitando a diversidade de abordagens nessa luta em defesa do meio ambiente.
Assim, a COICA – Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica, em parceria com a COIAB – Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira realizam o “Grande Encontro Pan-AMazônico: Saberes Ancestrais, Povos e Vida plena em harmonia com a Floresta”, a ser realizado na cidade de Manaus, no período de 15 a 18 de Agosto de 2011, com a participação de mais de 100 lideranças indígenas, através de 10 representantes locais e regionais de cada um das nove confederações nacionais dos povos indígenas da Amazônia: Brasil (COIAB), Peru (AIDESEP), Bolívia (CIDOB), Colômbia (OPIAC), Equador (CONFENIAE), Venezuela (ORPIA), Guiana (APA) Suriname (OIS) e da Guiana Francesa (FOAG).
Esse Grande Encontro irá tomar decisões estratégicas sobre temas relacionados à Amazônia e para toda a humanidade, debatendo propostas das lideranças indígenas e representantes do sistema das Nações Unidas, europeus e sul-americanos, os bancos multilaterais, ambientalistas e movimentos sociais, nas escolhas de ações específicas sobre os processos globais, tais como:
• Processos para Redd + (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação): FCPF UNREDD, FIP e mecanismos de subvenção para os Povos Indígenas, Cooperação Global REDD;
• COP 17 Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima das Nações Unidas (Durban, Novembro 2011);
• Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio + 20 (Brasil, junho 2012);
• Conferência das Partes, a Convenção COP 11 sobre Diversidade Biológica (Coréia, outubro de 2012);
• Congresso Mundial de Conservação da IUCN (Índia, setembro de 2012)
Povos Indígenas da Amazônia, caminhando na trilha de nossos antepassados, nós nos encontraremos em Manaus para fortalecer a unidade e a esperança para as Florestas e para a Vida de todo o planeta.
Povos e Vida Plena em harmonia com a Floresta
De 15 a 18 de agosto de 2011
(Hotel Taj Mahal, Manaus, Brasil)
Evento de Lançamento: 03 de Agosto, às 19 horas, Hotel Taj Mahal
Há muito tempo se passou dos limites do perigo. Os gases poluentes na atmosfera, gerando o aquecimento global e os graves impactos de desastres ambientais à saúde humana, cultural, agrícola, econômica, estão cada vez mais incontroláveis e esse processo é irreversível. Vivemos em tempos sombrios de crise climática global e profunda agressão que faz parte da maior crise de uma civilização baseada no individualismo e do consumismo desenfreado, na mercantilização e privatização de tudo, e na arrogância irresponsável de \\\"dominação\\\" da natureza, esquecendo que somos apenas uma pequena parte dela.
Com o objetivo de construir uma alternativa para a Floresta a e todas as formas de vida no planeta, os Povos Indígenas da Amazônia, através do encontro entre os líderes das organizações indígenas dos nove países amazônicos travam um diálogo com os movimentos ambientalistas, instituições sociais e internacionais, respeitando a diversidade de abordagens nessa luta em defesa do meio ambiente.
Assim, a COICA – Coordenação das Organizações Indígenas da Bacia Amazônica, em parceria com a COIAB – Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira realizam o “Grande Encontro Pan-AMazônico: Saberes Ancestrais, Povos e Vida plena em harmonia com a Floresta”, a ser realizado na cidade de Manaus, no período de 15 a 18 de Agosto de 2011, com a participação de mais de 100 lideranças indígenas, através de 10 representantes locais e regionais de cada um das nove confederações nacionais dos povos indígenas da Amazônia: Brasil (COIAB), Peru (AIDESEP), Bolívia (CIDOB), Colômbia (OPIAC), Equador (CONFENIAE), Venezuela (ORPIA), Guiana (APA) Suriname (OIS) e da Guiana Francesa (FOAG).
Esse Grande Encontro irá tomar decisões estratégicas sobre temas relacionados à Amazônia e para toda a humanidade, debatendo propostas das lideranças indígenas e representantes do sistema das Nações Unidas, europeus e sul-americanos, os bancos multilaterais, ambientalistas e movimentos sociais, nas escolhas de ações específicas sobre os processos globais, tais como:
• Processos para Redd + (Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação): FCPF UNREDD, FIP e mecanismos de subvenção para os Povos Indígenas, Cooperação Global REDD;
• COP 17 Convenção-Quadro sobre Mudança do Clima das Nações Unidas (Durban, Novembro 2011);
• Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio + 20 (Brasil, junho 2012);
• Conferência das Partes, a Convenção COP 11 sobre Diversidade Biológica (Coréia, outubro de 2012);
• Congresso Mundial de Conservação da IUCN (Índia, setembro de 2012)
Povos Indígenas da Amazônia, caminhando na trilha de nossos antepassados, nós nos encontraremos em Manaus para fortalecer a unidade e a esperança para as Florestas e para a Vida de todo o planeta.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Obrigado Deus...Por mais uma primavera...
Quero agradecer, a todos que carinhosamente
gastaram um tempinho do seu dia pra me desejar feliz aniversário deu certo,
pois foi um dia muito feliz mesmo...
Aos que ligaram...
Aos que esqueceram...
Aos que fingiram que esqueceram...
Aos que não puderam estar on-line.
Deus dê em dobro tudo que me desejaram!
Sou uma pessoa muito feliz, feliz mesmo...
Pois tenho pessoas maravilhosas que me cercam...
Uns bem de perto...
Uns de longe...
Outros de bem longe...
Não importa a distância e sim o carinho...
Isso é um presentão de Deus pra minha vida...
Obrigado a todos...
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
1º Encontro dos Alunos do CAFI - Centro Amazônico de Formação Indígena
Durante o período de 25 à 30 de Julho, estive em Manaus,onde pude reencontrar e conhecer as mais variadas lideranças jovens do movimento indígena da Amazônia Brasileira. Durante 5 dias estivemos reunidos apara dialogarmos sobre Mudanças Climáticas, REDD+,Gestão Ambiental e Territorial em Terras Indígenas, e etc. Pudemos também trocar experiências e idéias.
Foi um encontro muito proveitoso para o Movimento Indígena.
Foi um encontro muito proveitoso para o Movimento Indígena.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
MUDANÇAS CLIMÁTICAS, GRANDES EMPREENDIMENTOS E ECONOMIA SOLIDÁRIA EM ENCONTRO DOS ALUNOS DO CAFI
A COIAB estará realizando de 25 a 29 de julho, em Manaus,
o 1º Encontro dos Alunos do CAFI – Centro Amazônico de Formação Indígena. A ideia do evento é fazer uma grande celebração entre os alunos do Centro que já formou 114 lideranças indígenas nos Cursos de Gestão de Projetos e Gestão Etnoambiental.
O Centro é uma conquista do movimento indígena amazônico, onde lideranças das organizações de base da COIAB têm formação técnica e política, com uma pedagogia diferenciada que valorizava o conhecimento tradicional, como trabalharem em prol de suas comunidades.
O Encontro terá como tema as discursões referentes às mudanças climáticas, grandes empreendimentos e economia Solidária.
O evento será uma maneira de fazer um levantamento sobre a situação individual dos alunos que já concluíram o curso e da sua participação no movimento indígena da Amazônia Brasileira.
De acordo com Enock Taurepang, liderança indígena que foi aluno do CAFI, o evento contribuíra para uma melhor interação entre os participantes. “É um momento para fortalecermos as nossas redes de coalizão, dentro e fora da Amazônia. Vamos também procurar soluções em conjunto para melhoria de vida dos nossos povos e consequentemente dos nossos territórios. É preciso discutir questões referentes às mudanças climáticas que interferem em todos os lugares, na vida de todas as pessoas. Os grandes empreendimentos em terras indígenas é uma realidade que vem assolando a todos nós. Vamos debater estratégias conjuntas para o enfrentamento dessas ameaças. A economia solidária seria uma boa forma de aproximarmos as nossas realidades”.
De acordo com o professor Gabriel Costa, diretor do CAFI, é importante saber como estes “agentes transformadores” que são os alunos do CAFI estão desempenhando seus papeis para os quais foram formados. “Além de estarmos mais uma vez presentes na continuidade de aperfeiçoar esses papeis sociais. Pois não queremos ser somente uma parte do caminho, pensamos nosso papel como uma instituição que soma os esforços e acompanha o andamento dos alunos que passam por nossa casa, tentamos assim, interagir com todos os meios possíveis com esta caminhada que se caracteriza por ser de muitos”.
Sobre o CAFI
No ano de 2006, através de uma parceria entre a COIAB e a organização The Nature Conservance (TNC), com o apoio da USAID, deu-se início ao processo de criação de um dos projetos mais revolucionários de educação popular no país, foi criado o CAFI - Centro Amazônico de Formação Indígena, para atender a demanda dos parentes na luta diária de suas organizações em busca da garantia dos direitos indígenas. No começo do mês de março, a COIAB através do CAFI, concluiu mais uma etapa da sua contribuição ao movimento indígena amazônico, com a formação de novos gestores de projetos que vão poder contribuir com suas comunidades para o fortalecimento de suas organizações.
Com o objetivo de fortalecer organizações indígenas locais e regionais em toda a Amazônia, na promoção da autonomia e sustentabilidade de suas comunidades e territórios, através da formação de quadros técnicos próprios, qualificados e engajados no Movimento Indígena visando a boa qualidade de vida nos aspectos cultural, econômico e social, buscando qualificada gestão territorial através das próprias comunidades e fazendo do CAFI um centro de referencia para as populações indígenas da Amazônia.
SERVIÇO:
1ºEncontro dos Alunos do CAFI
Quando: DE 25 a 29 de julho
Horário Integral
LOCAL: Casa de Retiro Monsenhor Giordano (Salesianos)
Alameda Cosme Ferreira, Nº 5122, ZUMBI 1
Próximo ao Terminal 5
Atrás da garagem da Vitória Régia
o 1º Encontro dos Alunos do CAFI – Centro Amazônico de Formação Indígena. A ideia do evento é fazer uma grande celebração entre os alunos do Centro que já formou 114 lideranças indígenas nos Cursos de Gestão de Projetos e Gestão Etnoambiental.
O Centro é uma conquista do movimento indígena amazônico, onde lideranças das organizações de base da COIAB têm formação técnica e política, com uma pedagogia diferenciada que valorizava o conhecimento tradicional, como trabalharem em prol de suas comunidades.
O Encontro terá como tema as discursões referentes às mudanças climáticas, grandes empreendimentos e economia Solidária.
O evento será uma maneira de fazer um levantamento sobre a situação individual dos alunos que já concluíram o curso e da sua participação no movimento indígena da Amazônia Brasileira.
De acordo com Enock Taurepang, liderança indígena que foi aluno do CAFI, o evento contribuíra para uma melhor interação entre os participantes. “É um momento para fortalecermos as nossas redes de coalizão, dentro e fora da Amazônia. Vamos também procurar soluções em conjunto para melhoria de vida dos nossos povos e consequentemente dos nossos territórios. É preciso discutir questões referentes às mudanças climáticas que interferem em todos os lugares, na vida de todas as pessoas. Os grandes empreendimentos em terras indígenas é uma realidade que vem assolando a todos nós. Vamos debater estratégias conjuntas para o enfrentamento dessas ameaças. A economia solidária seria uma boa forma de aproximarmos as nossas realidades”.
De acordo com o professor Gabriel Costa, diretor do CAFI, é importante saber como estes “agentes transformadores” que são os alunos do CAFI estão desempenhando seus papeis para os quais foram formados. “Além de estarmos mais uma vez presentes na continuidade de aperfeiçoar esses papeis sociais. Pois não queremos ser somente uma parte do caminho, pensamos nosso papel como uma instituição que soma os esforços e acompanha o andamento dos alunos que passam por nossa casa, tentamos assim, interagir com todos os meios possíveis com esta caminhada que se caracteriza por ser de muitos”.
Sobre o CAFI
No ano de 2006, através de uma parceria entre a COIAB e a organização The Nature Conservance (TNC), com o apoio da USAID, deu-se início ao processo de criação de um dos projetos mais revolucionários de educação popular no país, foi criado o CAFI - Centro Amazônico de Formação Indígena, para atender a demanda dos parentes na luta diária de suas organizações em busca da garantia dos direitos indígenas. No começo do mês de março, a COIAB através do CAFI, concluiu mais uma etapa da sua contribuição ao movimento indígena amazônico, com a formação de novos gestores de projetos que vão poder contribuir com suas comunidades para o fortalecimento de suas organizações.
Com o objetivo de fortalecer organizações indígenas locais e regionais em toda a Amazônia, na promoção da autonomia e sustentabilidade de suas comunidades e territórios, através da formação de quadros técnicos próprios, qualificados e engajados no Movimento Indígena visando a boa qualidade de vida nos aspectos cultural, econômico e social, buscando qualificada gestão territorial através das próprias comunidades e fazendo do CAFI um centro de referencia para as populações indígenas da Amazônia.
SERVIÇO:
1ºEncontro dos Alunos do CAFI
Quando: DE 25 a 29 de julho
Horário Integral
LOCAL: Casa de Retiro Monsenhor Giordano (Salesianos)
Alameda Cosme Ferreira, Nº 5122, ZUMBI 1
Próximo ao Terminal 5
Atrás da garagem da Vitória Régia
Novidades dos últimos dias
Últimos dias...
Estava na minha aldeia como sempre,trabalhando,tomando UNI e RAPÉ. O de sempre (rsrs)
Mais tudo ótimo como sempre,retornei ontem de lá,estou indo à Manaus para um encontro dos ex-alunos do CAFI(Centro Amazônico de Formação Indígena).
Estava na minha aldeia como sempre,trabalhando,tomando UNI e RAPÉ. O de sempre (rsrs)
Mais tudo ótimo como sempre,retornei ontem de lá,estou indo à Manaus para um encontro dos ex-alunos do CAFI(Centro Amazônico de Formação Indígena).
APELO
Moradores do Bairro do Telégrafo,mais especificamente da Rua Amazonas,reclamam de buraco aberto na rua pelo DEAS(Departamento de Água e Saneamento) e que permanece do mesmo modo desde então.
Foto: Johnny Yawa
Foto: Johnny Yawa
quarta-feira, 6 de julho de 2011
CORREDOR TUPI MONDÉ movimento indígena se articula na região
Vai até o dia 06 de julho, o III Encontro dos Povos Indígenas do Corredor Tupi Mondé, evento realizado pela COIAB, através do Consórcio Garah Itxá, em parceria co o IEB – Instituto Internacional de Educação do Brasil e demais parceiros, com o apoio da USAID Brasil. O encontro acontece na cidade de Ji-Paraná, no leste Rondoniense, município que tem quase meio milhão de cabeças de gado, uma das principais zonas de destruição da Amazônia brasileira.
A manhã do primeiro dia do evento foi marcada pela apresentação e as primeiras falas dos participantes, representantes de diversas comunidades indígenas da região e também pela presença do Deputado Federal, Padre Ton (PT-RO), que teceu inúmeras críticas ao Estado, denunciando que o Congresso Brasileiro, composto pela Câmara dos Deputados e o Senado Federal é excludente, branco e burguês.
As lideranças presentes destacaram a importância de se discutir assuntos que afetam os povos da região, como a construção dos empreendimentos do PAC, as rodovias e hidrelétricas, entre outros. “Esse encontro será muito proveitoso”, prevê a liderança Welington Gavião, falando a respeito de poder dialogar juntos sobre as questões referentes às políticas publicas do Governo. “Agradecemos a COIAB essa oportunidade de discutirmos esses empreendimentos que afetam nossas aldeias e pensar planos de futuro para o bem das novas gerações”, disse o líder Gavião.
Segundo Marcos Apurinã, coordenador geral da COIAB, essas são práticas que garantem o protagonismo dos povos indígenas amazônicos. “Agradecemos o apoio das lideranças que estão aqui presentes, pois é muito importante essa união, para podermos garantir novas conquistas e combater as ameaças na região, entre estradas e hidrelétricas. O Brasil vive em crise com a as mudanças no Código Florestal que não beneficiam os povos indígenas, somente aqueles que destroem a Amazônia”, afirmou.
Cloude Correa, coordenador do projeto, diz: "Estamos vindo para o III Encontro dos Povos Indígenas do Corredor, um esforço do movimento indígena da região para encontrar alternativas para resolver os problemas que os afetam".
Assuntos como o Estatuto dos Povos Indígenas, que está parado no Congresso desde o início dos anos 1990, PNGATI – Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental em Terras Indígenas, reestruturação da FUNAI, inoperância da SESAI e o Parlamento Indígena Amazônico, também foram assuntos debatidos durante o evento.
Com o objetivo de fortalecer os povos indígenas e suas organizações para que haja uma real conservação do seu território, o projeto visa a reformulação do conceito de corredores biológicos e a sua transformação em corredores Etnoambientais que diretamente incorporam as ações do povo indígena na conservação.
FONTE: ASCOM COIAB
A manhã do primeiro dia do evento foi marcada pela apresentação e as primeiras falas dos participantes, representantes de diversas comunidades indígenas da região e também pela presença do Deputado Federal, Padre Ton (PT-RO), que teceu inúmeras críticas ao Estado, denunciando que o Congresso Brasileiro, composto pela Câmara dos Deputados e o Senado Federal é excludente, branco e burguês.
As lideranças presentes destacaram a importância de se discutir assuntos que afetam os povos da região, como a construção dos empreendimentos do PAC, as rodovias e hidrelétricas, entre outros. “Esse encontro será muito proveitoso”, prevê a liderança Welington Gavião, falando a respeito de poder dialogar juntos sobre as questões referentes às políticas publicas do Governo. “Agradecemos a COIAB essa oportunidade de discutirmos esses empreendimentos que afetam nossas aldeias e pensar planos de futuro para o bem das novas gerações”, disse o líder Gavião.
Segundo Marcos Apurinã, coordenador geral da COIAB, essas são práticas que garantem o protagonismo dos povos indígenas amazônicos. “Agradecemos o apoio das lideranças que estão aqui presentes, pois é muito importante essa união, para podermos garantir novas conquistas e combater as ameaças na região, entre estradas e hidrelétricas. O Brasil vive em crise com a as mudanças no Código Florestal que não beneficiam os povos indígenas, somente aqueles que destroem a Amazônia”, afirmou.
Cloude Correa, coordenador do projeto, diz: "Estamos vindo para o III Encontro dos Povos Indígenas do Corredor, um esforço do movimento indígena da região para encontrar alternativas para resolver os problemas que os afetam".
Assuntos como o Estatuto dos Povos Indígenas, que está parado no Congresso desde o início dos anos 1990, PNGATI – Política Nacional de Gestão Territorial e Ambiental em Terras Indígenas, reestruturação da FUNAI, inoperância da SESAI e o Parlamento Indígena Amazônico, também foram assuntos debatidos durante o evento.
Com o objetivo de fortalecer os povos indígenas e suas organizações para que haja uma real conservação do seu território, o projeto visa a reformulação do conceito de corredores biológicos e a sua transformação em corredores Etnoambientais que diretamente incorporam as ações do povo indígena na conservação.
FONTE: ASCOM COIAB
Assinar:
Postagens (Atom)









